terça-feira, 16 de agosto de 2011

“mas os que esperam no SENHOR renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.”









Em Isaías 40.31 lemos: “mas os que esperam no SENHOR renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.”

A águia mencionada na Bíblia é a águia dourada da terra de Israel, a mais rápida de todas. Sua velocidade varia entre 175 e 225 quilômetros por hora e às vezes é ainda maior.

O que ajuda as águias a alcançar essa velocidade tão grande é sua estrutura óssea, pois elas têm ossos ocos que pesam pouco. Por outro lado, suas enormes asas permitem alcançar grande altitude, velocidade e força. O Antigo Testamento não apenas compara Deus à águia, mas elogia e louva seu vôo ligeiro. Vejamos algumas passagens:

Êxodo 19.4 diz: “Tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águia e vos cheguei a mim”.

2 Samuel 1.23, falando sobre Saul e Jônatas, diz: “...eram mais ligeiros do que as águias...”

Jó 9.26 fala: “Passaram como barcos de junco; como a águia que se lança sobre a presa”.

Águia Dourada

O que podemos aprender do vôo da águia?

Primeiramente, a águia se esforça para se elevar. Como é uma ave grande, precisa empenhar-se para levantar vôo, já que pesa em torno de sete quilos. Mas, uma vez alcançada a altura, ela sabe aproveitar as brisas e plana tranqüilamente com suas asas estendidas. Você sabia que as asas dela são mais fortes que as de um avião?

O crente-águia esforça-se em sua vida espiritual. Consagra-se diariamente, exercita-se espiritualmente através do estudo da Bíblia, da oração, do serviço, do testemunho, etc. Quanto mais busca a Deus, mais alto voa e, quando alcança as alturas espirituais, descansa na brisa de Deus e deixa que os ventos da graça e da misericórdia do Senhor ajudem-no a se sustentar e a descer.

Quando o crente cumpre sua parte, Deus faz a dEle. Porém, muitos crentes, ao invés de deixarem as suas asas estendidas, movimentam-se incessantemente até cansarem. Diríamos que não sabem mover-se em Deus. Devem aprender a esperar no Senhor.

Em segundo lugar, com referência ao vôo da águia, podemos afirmar que ela move as suas asas com precisão. Muitos cristãos não sabem quando devem dizer “basta”. É necessário depender de Deus, saber quando parar de bater as asas para deixar o Senhor atuar. Cuidado com o mau uso e com o abuso das asas. A doutrina da graça convida-nos a estendê-las e a descansar nas promessas do Senhor e na obra de Jesus Cristo na cruz do Calvário.

O legalismo faz-nos depender muito de nós mesmos e pouco de Deus, pois diz: “Faça isso, e mais aquilo e assim você agradará a Deus”.

A graça nos diz: “Sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11.6). Tudo o que fizermos para Deus tem de ser feito com fé. Estenda as suas asas, deixe-as planar e firme-se na fé e na esperança. Deus o sustentará para que você não caia.

Águia Dourada

No Salmo 91.4 está escrito: “Cobrir-te-á com as suas penas, e, sob suas asas, estarás seguro...” E, em Judas 24 a Bíblia diz: “Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória...”

Em terceiro lugar, recordemos que a águia busca as alturas, ao contrário dos abutres, que fazem seus ninhos baixos, comem carniça e sobem pesadamente a um galho de árvore para fazer sua digestão. Podemos dizer que abutres e urubus são aves preguiçosas. A águia é mais ativa, o macho e a fêmea trabalham juntos em tudo. O abutre gosta da planície, do que está embaixo. A águia gosta das alturas, do que está em cima. Podemos dizer que o abutre representa o não-convertido e a carne, enquanto a águia representa o crente e o Espírito.

O crente não é como o abutre que, como ave gregária, anda com todo mundo. O crente associa-se com os poucos de Deus. As galinhas são de baixo, as águias são de cima; a galinha é medrosa, a águia é valente, brava e sabe se defender com as garras e o bico. O crente-águia é chamado a ser radical em sua guerra espiritual. Não retrocede diante do inimigo, mas avança sem temor e, como a águia, voa por cima das tormentas que encontra pelo caminho.

Irmão águia, voe por cima das circunstâncias, olhando para Cristo, como diz o apóstolo Paulo em Colossenses 3.1-3: “Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus.”

Algo está sendo feito em busca da vigilância total.“Subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo” (Is 14.14).










Um software que denuncia crimes antes mesmo que sejam cometidos é ao mesmo tempo fascinante e assustador. Uma experiência no Sul da Inglaterra mostra que isso já é possível. Algo está sendo feito em busca da vigilância total.

No filme de ficção científica “Minority Report”, que se passa em 2054, crimes capitais como assassinatos não ocupam mais as manchetes. Uma unidade especial da polícia, chamada “Pré-Crime”, auxiliada por três paranormais, detecta todos os atos de violência antes que aconteçam, e prende os criminosos potenciais a tempo...

Os produtores desse filme de Hollywood se enganaram em apenas três aspectos: esses sistemas já existem hoje, e não somente em 2054. Segundo: no mundo real a tarefa dos “videntes” do filme é assumida por um software inteligente. E, em terceiro lugar: a história não se passa em Washington DC, mas em Portsmouth, no Sul da Inglaterra.

Essa cidade portuária de 200.000 habitantes, no condado de Hampshire, está testando há algum tempo um novo sistema de videovigilância. A característica especial: em vez dos métodos de vigilância normais, que requerem muito pessoal devidamente treinado, esse sistema usa um programa chamado “Perceptrak”, que busca comportamento suspeito nas imagens analisadas e aciona o alarme quando necessário.[1]

O relato também destaca que atualmente já há 4 milhões de câmeras de vigilância instaladas na Inglaterra, o que representa uma câmera para cada 14 habitantes. Em Londres, por exemplo, é grande a probabilidade de ser filmado até 300 vezes por dia. A organização de direitos civis “Liberty” está preocupada porque essa tecnologia oferece cada vez mais facilidades para o governo “vigiar cada passo do cidadão”.

O assustador nessa tecnologia é que o indivíduo sente-se cada vez mais vigiado e, em breve, poderá ter todos os passos seguidos. Aquilo que pode contribuir para a segurança do Estado forçosamente se tornará um fator de grande insegurança para o indivíduo. Mas é fascinante como a profecia bíblica se mostra atual, como seu cumprimento é exato e como a Palavra de Deus é verdadeira. Afirmações feitas há mais de 2000 anos estão se realizando diante dos nossos olhos. Algo está acontecendo, aproximando-nos cada vez mais rápido de Apocalipse 13. Está sendo criado um sistema que finalmente servirá de ferramenta ao vindouro Anticristo.

Já há 4 milhões de câmeras de vigilância instaladas na Inglaterra, o que representa uma câmera para cada 14 habitantes.

Se hoje em alguns lugares um cidadão já é filmado até 300 vezes num só dia, não é difícil imaginar a abrangência que o sistema anticristão terá.

Desde o começo o objetivo de Satanás era “ser como Deus”: “Subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo” (Is 14.14). Portanto, não é de admirar que o Diabo tenha seduzido o primeiro casal com este mesmo argumento: “Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal” (Gn 3.5).

Ser como Deus significa ser onipotente, onisciente e onipresente. Nenhum anjo, nenhum demônio, nem mesmo Satanás tem essas características. O sistema anticristão final tentará alcançar esse alvo. Todas as pessoas devem ser vigiáveis e influenciáveis em qualquer lugar em que estiverem. Isso dará ao Anticristo um poder imensurável. Pois aquele que tem controle total e consegue observar qualquer pessoa, também pode influenciar e determinar as ações de qualquer um. Ele pode tirar alguém do meio do trânsito, excluí-lo da sociedade, da vida em comunidade e isolá-lo. É exatamente o que a Bíblia prevê, a respeito do que já alertamos diversas vezes.

“Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu; e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta. A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis” (Ap 13.14-18).

A última sedução virá pelo caminho da “sensatez”. Câmeras de vigilância ajudam a prevenir assaltos e seqüestros. Elas auxiliam a combater o terrorismo de forma eficiente e a esclarecer acidentes. Quem não concordaria que isso é bom? Mas o homem, influenciado pelo pecado, sempre consegue usar para o mal algo foi planejado para o bem. A descoberta da dinamite e da fissão atômica deveriam trazer progresso aos homens, mas foram abusadas e transformadas em formas terríveis de extermínio da humanidade.

Quanto mais o homem se separa de Deus, mais ele buscará a própria onipotência. Ao se fazer independente de Deus, ele mesmo se eleva como se fosse Deus. Mas, em vez de vida, ele encontra perdição e morte.

Se hoje os sistemas de controle já estão tão avançados em tantas áreas, e os desenvolvimentos são cada vez mais rápidos, quão próximo estará o cumprimento do Apocalipse e dos acontecimentos que ele descreve?

Entretanto, nós temos a promessa: “Não temais, ó pequenino rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino” (Lc 12.32).

sexta-feira, 15 de julho de 2011

O céu e o inferno existem?...Como posso ter certeza de que irei para o céu?...Todo mundo vai para o céu?






Há muito tempo atrás, em meio ao sofrimento e à morte, Jó perguntou: "Morrendo o homem, porventura tornará a viver?" Séculos se passaram antes de haver a resposta certa e final dada por Jesus Cristo: "Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente. Crês isto?" (João 11.25,26). Na véspera da Sua crucificação, Jesus disse aos Seus discípulos: "Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também" (João 14.2,3).

O lugar de que Jesus falou é o céu. Ele é a esperança de todo aquele que nEle crê. Durante séculos, o céu foi retratado por artistas, poetas, autores e pregadores. Agostinho, Dante, John Milton, John Bunyan, C.S. Lewis e muitos outros escreveram sobre o céu e suas glórias. O céu é cantado em hinos, música erudita e popular. É mencionado em anedotas e sermões, hospitais e salas de aula. Quase todo mundo tem alguma vaga noção sobre o céu – algumas bíblicas, outras não. A promessa do céu tem dado esperança aos aflitos, conforto aos enlutados e reafirmação aos que enfrentam batalhas espirituais.

O céu é real. Na era da fantasia, dos efeitos especiais, do misticismo e da apatia espiritual, é fácil interpretar o céu de maneira errada. Mas a Bíblia é bem clara quanto à existência e ao propósito do céu. E já que o céu e o Estado Eterno são parte do plano de Deus para as eras, o céu e a profecia estão relacionados integralmente.

Às vezes, quando lemos o jornal, a notícia mais importante não está na primeira página nem nas manchetes, mas nos obituários. Se ainda não recebemos a notícia por amigos e parentes, é ali que ficamos sabendo da morte de amigos, vizinhos e conhecidos. Nessas poucas linhas e colunas somos lembrados de como a vida é transitória e a morte é certa. Quando pensamos na nossa própria morte ou na morte de um parente, a teologia fica bem pessoal.

O que acreditamos sobre vida e morte, bem e mal, céu e inferno é muito importante. C. S. Lewis escreveu sobre a importância do céu: "Se você ler a história, descobrirá que os crentes que mais realizaram neste mundo foram exatamente aqueles que pensavam mais no mundo por vir... É pelo fato dos crentes terem deixado de pensar no outro mundo que se tornaram ineficazes neste mundo". Na verdade isso se aplica a todos nós! Pensar sobre o céu é da maior importância, pessoal e teologicamente.

A escatologia é o estudo dos eventos e personalidades futuros, baseado na profecia da Bíblia. Todas as profecias bíblicas relativas ao futuro serão cumpridas conforme o plano e o cronograma de Deus. Isso está relacionado a qualquer pessoa que já viveu, vive agora, ou viverá. Os ensinamentos da Bíblia sobre o céu e o inferno estão relacionados ao que podemos denominar de escatologia "pessoal". O céu e o inferno são bem reais e pessoais – eles estão relacionados ao nosso futuro.

Não se enganem, o céu é um lugar real. Não é um estado de consciência. Nem uma invenção da imaginação humana. Nem um conceito filosófico. Nem abstração religiosa. Nem um sonho emocionante. Nem as fábulas medievais de um cientista do passado. Nem a superstição desgastada de um teólogo liberal. É um lugar real. Um local muito mais real do que onde você está agora... É um lugar real onde Deus vive. É o lugar real de onde Deus veio para este mundo. E é um lugar real para onde Cristo voltou na Sua ascensão – com toda a certeza!

A Bíblia não nos diz tudo o que gostaríamos de saber sobre o céu, mas nos dá vislumbres do futuro para nos encorajar no presente.

O céu é um lugar real
Todo mundo vai para o céu?

Geralmente ouvimos a frase "todos os caminhos levam a Deus", o que implica que todas as religiões podem afirmar que têm a verdade, ou que toda a humanidade terá o mesmo fim. No cristianismo, alguns afirmam que todos receberão salvação. Mas essa posição de inclusivismo não está baseada na Bíblia e não foi a posição histórica da ortodoxia cristã. Passagens como Mateus 25.46, João 3.36, 2 Tessalonicenses 1.8-9 e várias outras ensinam claramente que nem todos serão salvos.[2] Esse é, sem dúvida, um assunto difícil e emocional. Mas ele deve ser o fator de motivação para todo crente compartilhar sua fé. Ser salvo ou não ser salvo é um assunto muito importante, porque está em jogo a eternidade.

Como posso ter certeza de que irei para o céu?

A sociedade contemporânea e seus cidadãos: "A repressão intelectual a Deus e à Sua revelação precipitou a falência de uma civilização que rejeitou o céu para aninhar-se no inferno".[3] Essa afirmação ousada mas verdadeira pode ser um reflexo exato do nosso próprio estado espiritual.

Talvez você tenha chegado a esta última pergunta e ainda não tenha certeza de qual será seu destino eterno. Se este for o caso, esta é a pergunta mais importante para você, e nós o incentivamos a pensar a respeito cuidadosamente.

Nós gostaríamos que você soubesse, sem sombra de dúvidas, que pode ter a vida eterna por meio de Jesus Cristo. No Apocalipse, João faz um último apelo: "O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida" (Apocalipse 22.17). O que significa esse convite?

Só um caminhoA imagem é de um casamento. O noivo fez um convite à noiva. O noivo está disposto, mas a noiva também está? Da mesma forma, Deus preparou tudo – sem custo nenhum para você, mas a um alto preço para Ele – para que você possa entrar num relacionamento com Ele, que lhe dará vida eterna. Mais especificamente, o convite é feito para quem ouve e está com sede. "Sede" representa uma necessidade. Essa necessidade é o perdão do pecado. Portanto, você deve reconhecer que é um pecador aos olhos de Deus: "Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Romanos 3.23). Deus é santo e, por isso, não pode ignorar o pecado de ninguém. Ele deve julgá-lo. Mas Deus, na Sua misericórdia, preparou um caminho pelo qual homens e mulheres pecadores podem receber Seu perdão.

O perdão foi comprado por Jesus Cristo por alto preço. Quando Ele veio à terra, há 2000 anos atrás, viveu uma vida perfeita, morreu na cruz em nosso lugar para pagar pelo nosso pecado e ressuscitou: "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor" (Romanos 6.23). A Bíblia também diz: "Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras" (1 Coríntios 15.3-4).

Para obter a salvação e a vida eterna que Jesus Cristo oferece, devemos individualmente confiar que o pagamento de Cristo por meio da Sua morte na cruz e da Sua ressurreição é a única maneira de recebermos o perdão dos nossos pecados, o restabelecimento de um relacionamento com Deus e a vida eterna. "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie" (Efésios 2.8,9). É por isso que João convida quem tem sede a vir e começar um relacionamento com Deus por meio de Cristo.

Você está com sede? Você reconhece seu pecado perante Deus? Se a sua resposta é sim, venha para Cristo. Se você não reconhece sua necessidade de salvação, estará desperdiçando essa oportunidade. Por favor, não faça isso.

Você está com sede?

Quem tem sede e quer salvação pode expressar sua fé por meio da seguinte oração:

Senhor, eu sei que pequei e careço dos Teus caminhos perfeitos. Reconheço que meus pecados me separam de Ti e que mereço Teu julgamento. Eu creio que Tu enviaste Teu Filho, Jesus Cristo, à terra para morrer na cruz pelos meus pecados. Eu confio em Ti, Senhor Jesus Cristo, e no que Tu fizeste na cruz para pagar os meus pecados. Por favor, perdoa-me e dá-me a vida eterna. Amém.

Se fez essa oração com sinceridade, você é agora um filho de Deus e tem vida eterna. O céu será seu lar eterno. Bem-vindo à família de Deus! Como Seu filho, você vai querer desenvolver esse relacionamento maravilhoso aprendendo mais sobre Deus por meio do estudo da Bíblia. Você vai querer encontrar uma igreja que ensine a Palavra de Deus, que encoraje a comunhão com outros crentes e promova a divulgação da mensagem do perdão de Deus para os outros.

Se você já é crente, nós o encorajamos a aprofundar seu relacionamento com Cristo. À medida que crescer, você vai querer viver para Ele à luz da Sua vinda. Você vai querer continuar a divulgar a mensagem do perdão que recebeu. Enquanto você vê Deus preparando o cenário para o drama dos eventos do fim dos tempos, você deve estar motivado a servi-lO ainda mais até que Jesus venha. Que seu coração se ocupe com Suas palavras:

"E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras. Eu sou o Alfa e o ‘mega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim. Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras [no sangue do Cordeiro], para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas" (Apocalipse 22.12-14).

A causa de todas as doenças é o pecado, pois através dele a morte entrou em nosso mundo. sl 41.3 "O Senhor o assiste no leito da enfermidade;"






Muito antes do esperado, pesquisadores internacionais decodificaram o cromossomo 21. Assim, foi dado um passo vital no ambicioso Projeto Genoma Humano. "A fórmula da vida, o genoma humano, estará mapeado brevemente", disse Andrea Warpkowski, geneticista do Laboratório Glaxo Wellcome. Para a indústria farmacêutica abre-se um mercado bilionário e para a humanidade começa uma nova dimensão no combate às doenças. Afinal, os cerca de três bilhões de genes do ser humano (seu genoma) são responsáveis, por exemplo, pela altura de uma pessoa ou pela cor de sua pele. E genes defeituosos podem causar doenças.

"Hoje em dia existem terapias para a cura de apenas um terço das 30.000 doenças conhecidas mundialmente", afirmou Karsten Henco, presidente do conselho da firma de biotecnologia Evotec, de Hamburgo (Alemanha). Com os novos conhecimentos acerca do funcionamento dos genes, os cientistas esperam desenvolver novos medicamentos para tratar alguns dos flagelos da humanidade, como o câncer, o Mal de Alzheimer ou a asma. "Em breve não chegarão mais ao mercado medicamentos que não tenham alguma conexão com a pesquisa genética", segundo Martin A. Zündorf, membro da Associação de Pesquisas Genéticas da Indústria Farmacêutica da Alemanha.

Conhecer o funcionamento dos genes do ser humano também abre a possibilidade de se desenvolver e fabricar certos medicamentos na dosagem adequada para cada paciente. A idéia mágica é "medicação sob medida", que reduziria consideravelmente os efeitos colaterais de certos tratamentos e possibilitaria a aplicação dirigida de terapias muito caras, que fazem efeito somente para determinadas pessoas.

Na corrida pelo mercado ávido por novas drogas, o primeiro lugar é ocupado pelas multinacionais de medicamentos. Para elas trata-se de uma questão de sobrevivência. Pois somente quem for ágil e chegar primeiro ao mercado com novos e "milagrosos" medicamentos para a AIDS, o diabetes e outras enfermidades até hoje consideradas incuráveis, colherá os louros no mercado globalizado de produtos farmacêuticos. Para desenvolver com mais rapidez os novos remédios e as promissoras terapias originárias da pesquisa genética, as multinacionais passaram a usar métodos antes desconhecidos pelo setor. Dez grandes empresas mundiais, acostumadas a combater-se mutuamente na batalha pelos mercados de novos medicamentos para doenças consideradas incuráveis ou não completamente curáveis, concordaram em utilizar em conjunto os conhecimentos adquiridos com a decodificação do genoma humano e em cooperar nas pesquisas das possibilidades de aplicação de novos medicamentos. O elemento sensacional nesse acordo é que as empresas não pretendem manter suas descobertas em sigilo mas planejam torná-las acessíveis a todos pela internet.

DNA

A fórmula da vida tem um só nome: Jesus Cristo. A causa de todas as doenças é o pecado, pois através dele a morte entrou em nosso mundo: "Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram" (Rm 5.12). Enquanto o pecado não for erradicado do mundo e da vida das pessoas, será em vão a procura por remédios que curem todas as doenças. Por isso, a busca maior deveria ser a da saúde espiritual. Jesus veio a este mundo para tomar sobre Si todos os pecados e todas as enfermidades. Quem convida Jesus a entrar em sua vida recebe o perdão de seus pecados e a cura de sua alma, o que freqüentemente tem por conseqüência também o bem-estar físico. Mas isso não quer dizer que um cristão não fica doente ou sempre é curado imediatamente. No Salmo 41.3 está escrito: "O Senhor o assiste no leito da enfermidade; na doença, tu lhe afofas a cama." Enquanto estivermos vivendo em um mundo pecador e em um corpo pecaminoso, estaremos sujeitos a todo tipo de enfermidade. Somente quando deixarmos este corpo e entrarmos na glória do Senhor não haverá mais doenças, nem sofrimentos, nem morte para nós. Na eternidade junto a Deus tudo será vida, porque o próprio Deus é a vida. Por essa razão, a linguagem bíblica muitas vezes vai além da redenção presente e se refere a uma redenção que acontecerá quando Jesus voltar para a ressurreição e o arrebatamento:

* "E não somente ela (a criação), mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo" (Rm 8.23).
* "E, por isso, neste tabernáculo, gememos, aspirando por sermos revestidos da nossa habitação celestial"(2 Co 5.2).
* "E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção" (Ef 4.30).
* "E digo isto a vós outros, que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a vossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos" (Rm 13.11).

sexta-feira, 8 de julho de 2011

" pesquisas realizadas no Brasil indicam que a grande maioria dos homens e 50 a 60% das mulheres têm praticado ou praticam o adultério"







Várias pesquisas realizadas no Brasil indicam que a grande maioria dos homens e 50 a 60% das mulheres têm praticado ou praticam o adultério ou, como se diz na linguagem mais em uso, “transam” com pessoas que não são sua esposa ou seu marido. Com a ênfase dada ao sexo na TV, no cinema, na literatura, e até nas instituições de ensino, chegando ao extremo da obsessão, não é de se admirar que o homem secular, sem a convicção espiritual e os princípios da Palavra de Deus, caia nesse pecado.

O crente em Cristo, porém, não cai nesse pecado. Ele entra nele aos pouquinhos. Isso porque não observa a sinalização que o adverte do perigo. Faz vista grossa a esses sinais porque, embora não deseje precipitar-se no abismo da desgraça da imoralidade, quer sentir pelo menos um pouco a gostosura dos seus prazeres. Assim, avançando sinal após sinal, deixa a vida pegar embalo no caminho errado até ao ponto de não conseguir mais fazer a manobra de frear para evitar o desastre. Diz, então, que “caiu no pecado”, quando este, de fato, há tempo já estava no seu caminho.

O primeiro sinal é falta de carinho e afeto na conversa e relacionamento cotidianos com o cônjuge. A comunicação começa a limitar-se a frases como: “Tive um péssimo dia no escritório hoje”; “Já pagou a conta do dentista?”, ou, pior ainda: “Você já gastou todo o dinheiro que lhe dei no mês passado?”; “Se você não comprar logo uma geladeira nova, eu simplesmente vou parar de cozinhar”.

Quando você percebe que é difícil conversar com sua esposa ou seu marido com aquela linguagem carinhosa que usava durante o namoro, tome cuidado – é um dos primeiros sinais de perigo.

Perto desse sinal vem outro: a falta de conversa sobre assuntos espirituais, a leitura da Bíblia em conjunto e a oração com a esposa. Quando essas coisas não fazem parte da vida conjugal, é um sinal de alerta. Prosseguindo nesse caminho pode haver adultério mais adiante.

Há mais sinais. Quando você começa a compartilhar os problemas de relacionamento no lar com algum amigo ou amiga do sexo oposto, você está aproximando-se mais do perigo. Freqüentemente essa outra pessoa tem problemas também, e está disposta a ouvir, a conversar e demonstrar simpatia, o que gera ainda mais intimidade.

Não demora muito para que aconteça o “toque inocente”. O patrão põe a mão no ombro da sua secretária ao pedir que ela digite uma carta; ela encosta seu corpo ligeiramente no dele ao entregar a carta pronta, depois um abraço fraternal, um beijinho no rosto. Você argumenta que não há nada de errado nisso, que é apenas amizade.

Quando você percebe que é difícil conversar com sua esposa ou seu marido com aquela linguagem carinhosa que usava durante o namoro, tome cuidado.

Aos poucos vocês estão gastando mais tempo juntos. “Acontece” que saem para o almoço na mesma hora e “por que não almoçarem juntos”? Ela precisa pegar o metrô para ir para casa; “por que não levá-la no seu carro?” Você precisa trabalhar duas horas extras para terminar o projeto, e ela, sendo boa amiga, fica também para ajudar. Se parar um pouco para pensar, você perceberá que tem prazer na companhia dela ou dele. Não, vocês não estão dormindo juntos mas estão em grande perigo. Nessa altura, o sinal é um luminoso vermelho piscando a todo vapor.

Se você não retroceder, haverá um envolvimento emocional que provavelmente o arrastará para a fossa fatal do adultério. E com amargura de coração você dirá – “Caí no pecado”. Não, você não caiu... você entrou nele aos pouquinhos.

O pastor Charles Mylander, num artigo publicado no periódico “Moody Monthly”, sugere três áreas onde é preciso aumentar o controle para evitar ser arrastado ao pecado do adultério:
Primeiro: Controle da mente

Adultério, como a maioria dos pecados, começa na mente. O crente em Cristo precisa levar “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2 Co 10.5). O apóstolo Paulo exorta o cristão a uma transformação “pela renovação da... mente” (Rm 12.2), e Jesus Cristo, no Sermão da Montanha, disse: “Qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela” (Mt 5.28).

A porta principal da mente são os olhos. E nessa área de imoralidade o homem, muito mais que a mulher, precisa desenvolver o controle a fim de ter uma mente pura. O homem que permite aos seus olhos o prazer de assistir aos programas de TV que apelam para sexo a fim de obter mais IBOPE (e são muitos); que toma tempo para folhear revistas como “Playboy”, que deixa seus olhos analisarem o corpo das mulheres para uma avaliação sexual, logo vai perder a primeira batalha contra a tentação. Sua mente vai QUERER o adultério, e este querer só espera a oportunidade para se realizar com a experiência.

A mulher também precisa praticar o controle. Talvez mais na maneira de vestir-se do que pelo olhar. É interessante que a Bíblia exorta a mulher a vestir-se com modéstia, bom senso, etc., e não o homem, isso porque a mulher não é tão facilmente levada à tentação sexual pelos olhos como o homem. Mas a mulher que é indiscreta na maneira de vestir-se, sem dúvida, é cúmplice do diabo na tentação ao homem. A admoestação da Bíblia de “glorificar a Deus no vosso corpo” (1 Co 6.20), com toda a certeza inclui o cuidado que cada mulher precisa ter em não provocar a concupiscência, revelando a beleza do seu corpo, seja por falta de roupa adequada ou pelo uso de roupa colante. Argumentar que “está na moda” não mudará em nada a opinião do Autor das Sagradas Escrituras.
Segundo: Controle de palavras

A porta principal da mente são os olhos. E nessa área de imoralidade o homem, muito mais que a mulher, precisa desenvolver o controle a fim de ter uma mente pura.

O homem casado, ou a mulher casada, jamais devem usar as palavras carinhosas de amor no trato com outras pessoas além do cônjuge. Nunca compartilhe problemas de casa com amigos do sexo oposto. E não procure conselho com alguém que tenha seus próprios problemas. Quem é perdedor dificilmente ajudará outro a ganhar. Ao encontrar problemas sem solução, procure conselho com alguém que descobriu a fórmula para constituir uma família feliz e vive essa felicidade no lar. Muitos adultérios tiveram o seu início na intimidade da “sala de aconselhamento”.
Terceiro: Controle de toque

Homens, não ponham suas mãos noutra mulher a não ser a sua própria esposa. E, mulheres, não conversem com o homem em “Braille”. O prazer da intimidade física é algo que Deus reservou para a santidade do casamento. Sexo antes ou fora do casamento sempre contamina o sexo no casamento, e o contato físico é um prazer que leva à consumação do desejo dessa intimidade. É preciso avaliar sinceramente se os abraços e beijos que damos e recebemos são uma expressão de estima recíproca ou um prazer “inocente” que podemos desfrutar sem compromisso. Deus reconhece o nosso desejo de intimidade, mas não aprova tal intimidade fora do casamento. “Por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido” (1 Co 7.2).

O conselho de Salomão ainda é válido: “Bebe a água da tua própria cisterna e das correntes do teu poço... alegra-te com a mulher da tua mocidade... e embriaga-te sempre com as suas carícias... O que adultera com uma mulher está fora de si; só mesmo quem quer arruinar-se é que pratica tal coisa” (Pv 5.15,18-19; 6.32)

O bloqueio é absolutamente legal do ponto de vista das convenções internacionais.



MITO: O bloqueio naval a Gaza é ilegal.

FATO: O bloqueio é absolutamente legal do ponto de vista das convenções internacionais. Elas permitem que um país intercepte e vistorie embarcações rumo a outro país com qual esteja em guerra, a fim de certificar-se de que não transportam armas ao inimigo.

Apesar de Gaza não ser um Estado formalmente estabelecido, desde que assumiu (à força) o governo do território em 2007 o Hamas iniciou uma guerra de fato contra Israel, através de intenso bombardeio a alvos civis israelenses.

Nessa situação, as regras para um conflito armado valem plenamente. Sob a Lei internacional, o bloqueio marítimo é reconhecido como ferramenta legítima e Israel pode controlar o tráfego naval em direção a Gaza mesmo em águas internacionais.

MITO: O fim do bloqueio naval a Gaza não traria riscos à segurança de Israel.

FATO: Se os mísseis produzidos domesticamente em Gaza já conseguem levar pânico às comunidades israelenses próximas à fronteira, pode-se imaginar o que aconteceria se o Hamas tivesse acesso a armas de maior alcance e poder de destruição.

Em 3 de junho de 2002, por exemplo, a marinha israelense capturou o navio Karine A, que estava levando do Irã a Gaza 50 toneladas de armas avançadas. Em março de 2011, mais 50 toneladas de armamento pesado foram encontradas no navio Victoria, interceptado pela marinha de Israel quando se aproximava de Gaza.

MITO: É preciso furar o bloqueio naval a Gaza, pois o território está isolado do resto do mundo.

FATO: Gaza faz fronteira com dois países: Israel e Egito. E, desde maio de 2011, a fronteira entre Gaza e Egito está aberta. Cidadãos e mercadorias podem circular livremente, desde que vistoriados pelas autoridades egípcias. O que o Hamas quer (e se vale da inocência ou conivência dos ativistas a bordo da flotilha para tal) é a chegada de armamentos sem qualquer controle, para que sejam utilizados contra a população civil de Israel.

MITO: Devido ao bloqueio, a população de Gaza sofre com a falta de remédios e gêneros de primeira necessidade.

FATO: Desde que Israel iniciou o bloqueio naval a Gaza, toda carga apreendida passa por verificação. Apenas armas e materiais que possam ser utilizados para fabricação de armamentos são confiscados. Todo resto é liberado e segue em caminhões rumo a Gaza.

Diversos jornalistas têm visitado Gaza recentemente e reportado a mesma situação: as lojas e supermercados estão repletos de mercadorias, não há qualquer falta de gêneros de primeira necessidade e os habitantes vivem uma rotina normal – apesar da ferrenha ditadura implementada pelo Hamas em 2007.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

"OS OLHOS DE DEUS sempre velam sobre nós...Tanto naquela época quanto hoje, JERUSALÉM foi e é uma prova da fidelidade de Deus!!!"









Mesmo quando não percebemos, os olhos de Deus sempre velam sobre nós. Isso também é válido para o povo de Sua Aliança, Israel. Um evento do tempo de Esdras sublinha esse fato. Tanto naquela época quanto hoje, Jerusalém foi e é uma prova da fidelidade de Deus!

Não porque as cidades israelenses são bombardeadas por mísseis do Hamas, mas porque, vez por outra, Israel revida, fazendo uso de seu direito de auto-defesa. Mas assim que Israel se defende, o mundo grita e xinga, sendo as Nações Unidas (ONU) e a União Européia (UE) os mais apressados em fazê-lo.

É evidente que cada vítima é uma vítima demais, seja do lado israelense ou do lado palestino. Mas o que mais preocupa a nós, cristãos amigos de Israel, é a profunda hipocrisia manifestada pelo mundo inteiro. Quando as vítimas são dos inimigos de Israel, um clamor enche a mídia. Mas quando morrem pessoas inocentes em Israel, impera o silêncio.

Israel, porém, continuará sendo o povo da Aliança divina. Isso significa que Ele mesmo, o Deus de Israel, vela por Seu povo. Não estamos dizendo que Israel é santo; mas testificamos que existe um Deus Santo que cumpre Sua Palavra! Por essa razão é que, ainda hoje, o Senhor cumpre o que disse e vela por Seu povo, como tem feito desde os tempos antigos. Sim, Jerusalém foi – e é continuamente – uma prova da fidelidade divina! Vamos, agora, analisar um dos fatos que evidenciam a fidelidade de Deus.

Esdras 4 fala dos judeus que tinham retornado da Babilônia e estavam trabalhando na reconstrução do Templo. Infelizmente, esse trabalho logo passou a ser duramente combatido por opositores declarados: “Ouvindo os adversários de Judá e Benjamim que os que voltaram do cativeiro edificavam o Templo ao Senhor, Deus de Israel, chegaram...” (Ed 4.1-2). Qual foi a estratégia dos antagonistas daquela época? Eles se infiltraram no meio dos judeus que edificavam: “...e lhes disseram: Deixai-nos edificar convosco...” (Ed 4.2). Mas logo “alugaram contra eles conselheiros para frustrarem o seu plano...” (Ed 4.5). Além disso, os oponentes escreveram três cartas difamatórias. E por meio de uma dessas cartas o trabalho de edificação da Casa do Senhor acabou sendo paralisado: “Cessou, pois, a obra da Casa de Deus, a qual estava em Jerusalém; e isso até ao segundo ano do reinado de Dario, rei da Pérsia” (Ed 4.24). É assim que termina o triste capítulo 4 do Livro de Esdras.

Israel é e continuará sendo a menina dos olhos de Deus. Quem toca nessa menina dos olhos terá de se acertar com o Deus Todo-Poderoso!
Se compararmos o último versículo do capítulo 4 com Esdras 5.5, vemos uma enorme diferença: “Porém os olhos de Deus estavam sobre os anciãos dos judeus, de maneira que não foram obrigados a parar”. Como se explica isso? É bem simples: nesse intermédio havia acontecido algo muito importante: “Ora, os profetas Ageu e Zacarias, filho de Ido, profetizaram aos judeus que estavam em Judá e em Jerusalém, em nome do Deus de Israel, cujo espírito estava com eles” (Ed 5.1). O próprio Deus, o Senhor, mostrou que era Ele quem detinha todo o poder, apesar das aparentes vitórias dos inimigos.

O Senhor começa uma obra e sempre a termina, mesmo que todo o poder do inferno se levante em oposição. Justamente por isso, Jerusalém é até hoje uma prova da fidelidade divina. Quantas vezes já se tentou acabar com Jerusalém? Mas o Senhor velou e vela pessoalmente até aos dias de hoje sobre Sua cidade. Assim foi no tempo de Esdras: Deus mesmo velou para que a cidade – e especialmente o Templo – fossem reconstruídos.

A forma negativa com que termina Esdras 4 contrasta fortemente com o início do capítulo 5. É animador ver o Senhor interferindo: Ele o fez depois que um grande desânimo tomara conta dos judeus que edificavam, como está descrito em Esdras 4.24. Deus tem tudo sob Seu controle até nos mínimos detalhes! Gostaria que meus leitores se concientizassem dessa verdade de uma vez por todas: Deus nunca chega tarde! Ele não chega atrasado para Israel, nem para nós. O momento que Ele escolhe para vir e ajudar em alguma causa é sempre o momento certo, o melhor momento. Na verdade, Ele nem precisa vir, pois sempre está presente, ainda que, às vezes, não percebamos Sua presença na nossa vida. Preste mais atenção no que diz Esdras 5.1: “...em nome do Deus de Israel, cujo Espírito estava com eles”. A presença de Deus era fato consumado; Deus não precisava aparecer para poder ajudar. Ele estava ali, Ele sempre esteve ali!

Na Nova Versão Internacional (NVI) lemos em Esdras 5.1: “...em nome do Deus de Israel, que estava sobre eles”. Isso nos lembra do relato da Criação. Em Gênesis 1.2 está escrito: “A terra, porém, era sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava sobre as águas”. Do que se trata aqui? O caos imperava literalmente, havia uma confusão completa sobre a face da terra. Essa passagem não se assemelha curiosamente a Esdras 5.1? Apesar da desordem que reinava antes da Criação, Deus detinha o controle total da situação, pois o Seu Espírito pairava sobre as águas. 1 Coríntios 14.33 diz: “Porque Deus não é de confusão, e sim de paz...” O Espírito de Deus pairando sobre o caos prova que o Senhor não tinha perdido o controle da situação, pelo contrário.

Encontramos exatamente o mesmo na história do livro de Esdras. A cidade do Grande Rei, a cidade do Senhor, não estava simplesmente abandonada naquela situação aparentemente sem saída. Os inimigos não podiam fazer ou deixar de fazer o que bem entendiam. Quando começou a angústia (em Esdras 4), quando surgiram em cena os oponentes, Deus estava lá. E quando foram escritas as cartas difamatórias, fazendo com que a edificação fosse totalmente paralisada, o Senhor tomava conhecimento minucioso de tudo. Ele não perdeu de vista nem um único detalhe, pois estava sobre todos, pairava “sobre eles” por meio do Seu Espírito.

Jesus não perdeu a visão do todo em sua vida. Por mais confusa e complicada que esteja sua situação, os olhos dEle repousam sobre você.
No momento certo o Senhor mostrou que estava lá quando enviou os profetas Ageu e Zacarias para encorajar os judeus desanimados. E que nova arrancada aconteceu então! Ela está descrita em Esdras 5.2: “Então, se dispuseram Zorobabel, filho de Sealtiel, e Jesua, filho de Jozadaque, e começaram a edificar a Casa de Deus, a qual está em Jerusalém; e, com eles, os referidos profetas de Deus, que os ajudavam”.

Longe ficaram toda a preocupação e o desalento! Eles agora construíam e edificavam, e a mão poderosa de seu Deus os protegia maravilhosamente de todos os ataques inimigos. Assim acontece até hoje. Israel é e continuará sendo a menina dos olhos de Deus. Quem toca nessa menina dos olhos terá de se acertar com o Deus Todo-Poderoso! Jerusalém é e continuará sendo uma prova da absoluta fidelidade divina.

“Nesse tempo, veio a eles Tatenai, o governador daquém do Eufrates, com Seter-Bozenai e os seus companheiros e assim lhes perguntaram: Quem vos deu ordem para reedificardes esta casa e restaurardes este muro? Perguntaram-lhes mais: E quais são os nomes dos homens que constroem este edifício?” (Ed 5.3-4). Em outras palavras, eles perguntaram: “Com que autorização vocês fazem isso? Quem deu ordens para edificar?”

Mas Deus cuida muito bem do Seu povo, e cumpriu-se de uma forma maravilhosa aquilo que Moisés já havia dito aos israelitas: “O Senhor pelejará por vós, e vós vos calareis” (Êx 14.14). Nada lemos acerca de uma resposta dos judeus; apenas está escrito de uma forma simples, mas cheia de expressividade: “Porém os olhos de Deus estavam sobre os anciãos dos judeus, de maneira que não foram obrigados a parar...” (Ed 5.5). Os olhos de Deus sobre os anciãos de Israel eram a absoluta segurança de que os judeus, sob sua liderança, poderiam continuar construindo; nada, nem ninguém, poderia impedi-los.

Os inimigos escreveram mais uma carta ao rei da Pérsia para barrar a reedificação do Templo. Mas essa carta foi um grande gol contra. Pois o rei Dario examinou a fundo o assunto e, pesquisando nos arquivos reais da Babilônia, deparou-se com a ordem escrita do rei Ciro autorizando a reedificação do Templo judeu. Essa ordem levou Dario a dirigir palavras severas aos oponentes dos judeus: “Agora, pois, Tatenai, governador dalém do Eufrates, Seter-Bozenai e seus companheiros, os afarsaquitas, que estais para além do rio, retirai-vos para longe dali. Não interrompais a obra desta Casa de Deus, para que o governador dos judeus e seus anciãos reedifiquem a Casa de Deus no seu lugar” (Ed 6.6-7).

Assim Deus agiu em favor dos judeus em Jerusalém; e foi assim que Jerusalém mais uma vez tornou-se a prova da fidelidade divina. A todos os amigos de Israel, cujos corações estão tristes por causa das injustiças feitas ao povo de Deus, eu gostaria de dizer: não desanimem, pois o mesmo Deus que velava por Seu povo naquela época, ainda hoje vela por ele.

Tudo que você tiver de enfrentar, passou antes diante dos olhos do Senhor. Ele, por assim dizer, está com você no mesmo barco.
Talvez alguém pergunte: Por que a ajuda do Senhor não aconteceu já em Esdras 4? É simples: porque ainda não era chegada a hora. Sempre podemos partir do princípio de que em tudo o que acontece neste mundo, nos grandes eventos globais ou nas pequenas coisas do nosso dia-a-dia, Deus tem um plano. Não conhecemos Seus planos, e os entendemos menos ainda, mas é fato que Deus trabalha seguindo um plano pré-determinado. Por isso, às vezes temos dias de lutas em nossa vida, e depois vêm dias de paz e tranqüilidade. Isso não significa que Deus seja o causador das nossas lutas recorrentes. Os responsáveis por elas são os nossos próprios pecados e o grande oponente de Deus, Satanás. No Éden, o Diabo destruiu a perfeita harmonia e a paz divina ao atrair os primeiros seres humanos para o pecado. Desde então, infelizmente, a luta impera neste nosso mundo.

Essa luta, porém, foi decidida definitivamente no Gólgota, quando Jesus Cristo morreu na cruz. Naquela hora Satanás foi derrotado. Apesar disso, o adversário vencido continua lutando: “Sede sóbrios e vigilantes. O Diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1 Pe 5.8).

Deus, que detém todo o poder em Suas mãos, sabe dessas lutas e conta com elas no desenrolar de Seu plano que traçou para Israel, para o mundo e para você, pessoalmente. Quando vê que é chegada a hora, Ele interfere e nos concede alento e um fortalecimento tão grande como naquela época aos judeus em Esdras 5.5.

Será que, no momento, sua vida está completamente caótica? A inquietação e a preocupação caracterizam seu cotidiano? Você se sente muito longe de Deus, ouvindo nitidamente o rugido e o resfolegar do inimigo? Se a resposta é sim, eu gostaria de dizer-lhe hoje: Jesus vê a Sua vida inteira, vê cada detalhe, Ele não perdeu a visão do todo em sua vida. Por mais confusa e complicada que esteja sua situação, os olhos dEle repousam sobre você. Jesus prometeu antes de Sua ascensão: “Eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28.20). Lembre dessas palavras, deixe-as calar fundo em seu coração. Jesus está dizendo: mesmo até o fim do mundo, os filhos de Deus serão protegidos. “Portanto, não temeremos ainda que a terra se transtorne e os montes se abalem no meio dos mares; ainda que as águas tumultuem e espumejem e na sua fúria os montes se estremeçam” (Sl 46.2-3).

Você sabia que os olhos do Senhor velam por você assim como velavam sobre os judeus que edificavam o Templo? E que eles continuam velando pelo Seu povo Israel até hoje? O Salmo 32.8 explica: “Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho”. O que mais poderíamos desejar?

Os olhos do Senhor penetram na mais negra escuridão e nada fica oculto diante dEle. Apocalipse 1.14 testemunha que os olhos de Deus são “como chamas de fogo”. As situações que já escaparam há muito do nosso controle estão completamente expostas diante do Senhor e sob o Seu domínio poderoso. Você crê nisso, de todo o coração? Talvez você diga que sente tão pouco da supremacia de Deus, que não percebe Jesus junto de si, que nada sente do poder de Jesus nem dos Seus olhos velando e dirigindo a sua vida.

Pergunto: será que os judeus que edificavam o Templo tinham uma percepção nítida da presença e do cuidado de Deus? Será que eles sentiam o olhar do Senhor pousado sobre eles? Penso que não (veja Ageu 1). Apesar disso Deus, o próprio Senhor, estava do lado de Sua cidade, apoiando, cuidando, zelando e velando, e fazendo de Jerusalém mais uma vez uma prova de Sua fidelidade.

Os olhos do Senhor velam por Israel, como sempre velaram, porque Ele o prometeu! O Senhor velava por Sua cidade, Jerusalém, nos tempos de Esdras, mesmo que tudo parecesse o contrário.
Qual é a diferença entre Esdras 4 e 5 pela perspectiva humana, e qual é a diferença do ponto de vista divino? Pelo lado da visão humana, a diferença é enorme. Esdras 4 é um capítulo deprimente. Esdras 5 é um capítulo triunfal. Por que avaliamos esses capítulos dessa forma? Por que, na nossa perspectiva humana e superficial, em Esdras 4 Deus estava passivo, enquanto no capítulo 5 Ele se torna ativo e interfere nos fatos. Mas foi isso mesmo? Humanamente, sim, mas pela perspectiva divina, de forma alguma. Para Deus nem existe diferença entre Esdras 4 e Esdras 5! Pois o Senhor estava ativo o tempo todo (veja Ed 5.1). Deus não precisava aparecer para poder ajudar. Ele já estava ali, Ele sempre esteve presente.

Prezado leitor, se hoje você pensa que o Senhor tornou-se passivo em relação à sua vida, então preciso contradizê-lo com veemência. Pense nos discípulos quando entraram numa forte tormenta no lago de Genesaré: “E eis que sobreveio no mar uma grande tempestade, de sorte que o barco era varrido pelas ondas. Entretanto, Jesus dormia. Mas os discípulos vieram acordá-lo, clamando: Senhor, salva-nos! Perecemos! Perguntou-lhes, então, Jesus: Por que sois tímidos, homens de pequena fé? E, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar; e fez-se grande bonança” (Mt 8.24-26).

Pergunto: Jesus estava no barco quando a tempestade começou, ou Ele não estava? Claro que estava lá. Mas Ele dormia. Isso deixou os discípulos tão agitados que se portaram como se Jesus nem estivesse ali. Aliás, Ele havia subido ao barco ainda antes deles: “Então, entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram” (Mt 8.23). Tudo que você tiver de enfrentar, passou antes diante dos olhos do Senhor. Ele, por assim dizer, está com você no mesmo barco. Seus olhos repousam sobre sua vida em toda e qualquer circunstância. Seria uma grande honra para o Senhor se você confiasse nEle incondicionalmente, de modo especial nas horas em que é mais difícil confiar. Aos discípulos, Jesus teve de dizer: “Por que vocês estão com tanto medo, homens de pequena fé?” (Mt 8.26, NVI). Em outras palavras: “Por que tanta afobação, eu estou aqui com vocês!”

O Senhor está conosco nas situações mais difíceis – o tempo todo. E Ele também está presente com Seu povo, Ele está junto do Seu povo, agindo em seu favor. Os olhos do Senhor velam por Israel, como sempre velaram, porque Ele o prometeu! O Senhor velava por Sua cidade, Jerusalém, nos tempos de Esdras, mesmo que tudo parecesse o contrário. E o Deus de Israel está ainda hoje do lado de Seu sofrido povo de Israel, fazendo dele uma prova diária da fidelidade divina!

Confie no Senhor sem reservas! Entregue-se confiadamente a Ele, especialmente quando parece que tudo dá errado. Ele está com você e, com Sua presença, mais uma vez prova o quanto é fiel!

Muitas pessoas já experimentaram a grande mudança entre confiar e não confiar no Senhor, provando como é real o poder de Jesus!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

" Devemos estar sempre preparados para O AMANHÃ, reconhecendo que, em última análise, É DEUS, e não indivíduos, quem controla O FUTURO".











A doutrina do arrebatamento pré-tribulacional é um ensinamento bíblico importante não só porque dá percepção quanto ao futuro, mas porque dá aos crentes uma motivação importante para uma vida contemporânea piedosa. O pré-tribulacionismo ensina que antes da tribulação, todos os membros do corpo de Cristo (vivos e mortos) serão levados nos ares para encontrar a Cristo e depois subirem ao céu.

O ensino sobre o arrebatamento é apresentado mais claramente em 1 Tessalonicenses 4.13-18. Nessa passagem Paulo informa aos seus leitores que os crentes vivos na época do arrebatamento se reunirão com os que morreram em Cristo antes deles. “Depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor” (versículo 17). A palavra “arrebatados” traduz o verbo grego harpázo, que significa “tirar com força” ou “arrancar.” As traduções em latim do Novo Testamento usavam a palavra raptare, que significa “arrebatar”, “arrastar”, e é a origem da palavra portuguesa “raptar”. Outras passagens que ensinam o arrebatamento usando termos diferentes incluem: João 14.3; 1 Coríntios 15.51,52; 1 Tessalonicenses 1.10; 2 Tessalonicenses 2.1; Tito 2.13; Tiago 5.7,8; e 1 Pedro 1.13.

Acreditamos que o arrebatamento pode acontecer a qualquer momento. Trata-se de um evento sem sinais e não precisa acontecer nada na história antes dele. O arrebatamento poderia ter acontecido a qualquer hora desde o primeiro século e sua ausência na história durante os últimos 2000 anos certamente nos aproxima mais dele.

Acreditamos que o arrebatamento pode acontecer a qualquer momento. Trata-se de um evento sem sinais e não precisa acontecer nada na história antes dele.
A doutrina da iminência é o ensinamento de que Jesus Cristo pode voltar e arrebatar a Igreja a qualquer momento, sem sinais ou aviso prévio.

Um evento iminente é aquele que “ameaça acontecer breve; que está sobranceiro; que está em via de efetivação imediata; impendente.” Então, iminência tem o sentido de que algo pode acontecer a qualquer momento. Outras coisas podem acontecer antes do evento iminente, mas nada mais precisa acontecer antes dele. Se alguma outra coisa precisa acontecer antes que um evento possa acontecer, este evento não é iminente. Em outras palavras, a necessidade de outra coisa acontecer primeiro destrói o conceito de iminência.

Já que não se sabe exatamente quando um evento iminente acontecerá, não se pode esperar que um determinado espaço de tempo passe antes do evento iminente acontecer. Logo, devemos estar sempre preparados para que ele aconteça a qualquer momento.
Não se pode marcar ou implicar legitimamente uma data para seu acontecimento. Logo que alguém marca a data para um evento iminente ele destrói seu conceito de iminência, porque assim está dizendo que um determinado espaço de tempo deve transcorrer para que este evento aconteça. Marcar uma data específica para um evento é contrário ao conceito de que ele pode acontecer a qualquer momento.

Não se pode dizer legitimamente que um evento iminente acontecerá em breve. A expressão “em breve” implica que um evento tem que acontecer “dentro de curto tempo (após um determinado período de tempo especificado ou sugerido).” Em comparação, um evento iminente pode acontecer em breve, mas não tem que acontecer para ser iminente. Espero que entendam agora que “iminente” não é o mesmo que “em breve.”

Várias passagens do Novo Testamento ensinam a iminência. Entre as mais citadas estão : 1 Coríntios 1.7; 16.22; Tito 2.13; Hebreus 9.28; Tiago 5.7-9; Judas 21; Apocalipse 3.11; 22.7,12,17,20.

Depois que Jesus Cristo arrebatar a Igreja, haverá aqui na terra um período de sete anos conhecido como tribulação. É durante este período que o anticristo surgirá. Será possível marcar datas neste período de tempo futuro porque a Bíblia dá indicações de tempo precisas em termos de anos, meses, e dias. Isso não tem nada a ver com a atual era da Igreja. No fim dos sete anos, Jesus Cristo voltará à terra e estabelecerá o reino de 1000 anos (o reino milenar), a partir da Sua capital Jerusalém. No fim deste período haverá um julgamento final, seguido do estado eterno.

Como foi dito antes, a tribulação é o período de sete anos que segue o arrebatamento.

Depois que Jesus Cristo arrebatar a Igreja, haverá aqui na terra um período de sete anos conhecido como tribulação.

As “70 semanas” de Daniel, profetizadas em Daniel 9.24-27, são o referencial em que a tribulação ou a septuagésima semana acontece. A “semana” a respeito da qual Daniel escreve é interpretada pela maioria dos estudiosos de profecia como sendo uma “semana de anos”, ou seja, sete anos. Estes anos seguem o intervalo das “sete semanas e sessenta e duas semanas” de Daniel 9.25. A septuagésima semana de Daniel indica um intervalo de tempo ao qual está relacionada uma série de frases descritivas. Alguns destes termos bíblicos incluem: tribulação, grande tribulação, dia do Senhor, dia da ira, dia da aflição, dia da angústia, dia da angústia de Jacó, dia de escuridão e tristeza, e ira do Cordeiro.

A tribulação é dividida em dois segmentos de três anos e meio e o principal propósito de Deus para ela é que seja um tempo de juízo. Ao mesmo tempo, a graça do evangelho será proclamada e finalmente seguida pelo reinado de 1000 anos de Cristo.

A segunda vinda de Cristo segue o arrebatamento e a tribulação. É o retorno de Cristo que encerra a tribulação. Quando Cristo voltar, o anticristo e seus exércitos serão destruídos e haverá um período de julgamento (Apocalipse 19.20,21). A segunda vinda precede imediatamente a prisão de Satanás (Apocalipse 20.1-3) e a inauguração do reino milenar. A segunda vinda é ensinada por toda a Bíblia. Entre as passagens mais importantes estão Mateus 24.27-30 e Apocalipse 19.11-16.
Qual a diferença entre a segunda vinda e o arrebatamento?

O arrebatamento e a segunda vinda são dois eventos distintos e separados pela tribulação. Um fator importante é entender o ensino do Novo Testamento de que o arrebatamento pré-tribulacional se baseia no fato de que duas vindas futuras de Cristo são apresentadas. A primeira vinda é o arrebatamento da Igreja entre as nuvens antes da tribulação, ao passo que a segunda vinda acontece no final da tribulação quando Cristo voltar à terra para começar Seu reinado de 1000 anos. Quem quiser entender o ensino bíblico do arrebatamento e da segunda vinda deve estudar e decidir se as Escrituras falam sobre um ou dois eventos futuros. Nós acreditamos que uma consideração sistemática de todas as passagens bíblicas revela que as Escrituras ensinam duas vindas futuras.

O arrebatamento é apresentado claramente em 1 Tessalonicenses 4.13-18. Ele é caracterizado na Bíblia como uma “vinda acompanhada de um traslado” (1 Coríntios 15.51,52; 1 Tessalonicenses 4.15-17) em que Cristo vem para Sua Igreja. A segunda vinda é Cristo voltando com os Seus santos, descendo do céu para estabelecer Seu reino terreno (Zacarias 14.4,5; Mateus 24.27-31).

As diferenças entre os dois eventos são harmonizadas naturalmente pela posição pré-tribulacionista, enquanto outras posições não conseguem explicar adequadamente essas diferenças.

O milênio é a doutrina bíblica e o conceito teológico do reinado de 1000 anos de Jesus Cristo na terra. O reino milenar será um reino terreno em que Cristo reinará a partir de Jerusalém e em que todos os detalhes da “promessa da terra” feita a Abraão (Gênesis 12.7) serão cumpridos (Ezequiel 47-48). O fato do reino ser terreno pode ser visto em passagens tais como Isaías 11 e Zacarias 14.9-21. Outras passagens detalhadas incluem: Salmo 2.6-9; Isaías 65.18-23; Jeremias 31.12-14, 31-37; Ezequiel 34.25-29; 37.1-6; 40-48; Daniel 2.35; 7.13,14; Joel 2.21-27; Amós 9.13,14; Miquéias 4.1-7; e Sofonias 3.9-20.

O Novo Testamento também dá testemunho importante deste reino futuro na medida em que dá continuidade à visão vétero-testamentária de um reino milenar futuro. É o reino milenar de que Jesus falou durante a ceia de páscoa antes de ser traído e crucificado:

“A seguir tomou o cálice e, tendo dado graças, o deu aos discípulos, dizendo: bebei dele todos; porque isto é o meu sangue, o sangue da [nova] aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados. E digo-vos que, desta hora em diante, não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber, novo, convosco no reino de meu Pai” (Mateus 26.27-29; veja também Marcos 14.25; Lucas 22.18).

O reino milenar será um reino terreno em que Cristo reinará a partir de Jerusalém e em que todos os detalhes da “promessa da terra” feita a Abraão serão cumpridos.

A passagem mais extensa do Novo Testamento relativa ao milênio é Apocalipse 20, em que João descreve uma seqüência cronológica: a prisão, a rebelião, e o julgamento de Satanás no milênio. Em Apocalipse 20.2-7 aparece seis vezes o número 1000, enfatizando a duração do reinado terreno de Cristo. Apesar de Apocalipse 20 ser o único lugar na Bíblia onde a duração exata do reinado de Cristo é mencionada, o reino em si é mencionado e descrito dezenas de vezes em toda a Bíblia (por exemplo, Isaías 60; 62; 65.17-66.24; Jeremias 31; Ezequiel 40-48; Daniel 2.44,45; 7.27; 12.1,2; Zacarias 14.8-21).

O reino futuro de Deus terá duas fases diferentes, o milênio e o estado eterno. Mas a grande ênfase da Bíblia está no reinado de 1000 anos de Cristo no Seu governo futuro conhecido como milênio. O milênio é uma realidade bíblica que ainda será concretizada.

No fim do milênio haverá um julgamento final, conhecido como o “julgamento do grande trono branco”, dos descrentes mortos que ressuscitarão naquela ocasião (Apocalipse 20.11-15). Os descrentes serão lançados no lago de fogo e os crentes entrarão para o estado eterno descrito em Apocalipse 21-22.

Hoje, o mundo é um cenário sendo montado para a apresentação de um grande drama.

Todos os eventos históricos necessários já aconteceram. A tendência a um governo mundial, iniciada com as Nações Unidas em 1946, está preparando o caminho para o governo do fim dos tempos. O movimento da igreja mundial, formalizado em 1948, está preparando o caminho para uma super-igreja que dominará o cenário religioso depois que a verdadeira Igreja for arrebatada. O espiritismo, o ocultismo, e a crença em demônios continuará a se espalhar. O comunismo, apesar de sua filosofia ateísta,... [preparou] o mundo para uma forma final de religião mundial que exige a adoração de um ditador totalitário.

Israel e as nações do mundo estão sendo preparadas para o drama final. Mais importante ainda é que Israel está de volta à sua terra, organizado como um Estado político, e ansioso em realizar seu papel nos eventos do fim dos tempos...

A Rússia está preparada ao norte da Terra Santa para entrar no conflito do fim dos tempos. O Egito e outros países africanos não abandonaram seu desejo de atacar Israel a partir do sul. A China Vermelha no leste já possui hoje um poder militar forte o suficiente para enviar um exército tão grande quanto o descrito no livro de Apocalipse. Todas as nações estão preparadas para desempenhar o seu papel nas horas finais da história.

Nosso mundo atual está bem preparado para o começo do último ato profético que levará ao Armagedom. Uma vez que o cenário está montado para este clímax dramático dos tempos, a vinda de Cristo para os Seus deve estar muito próxima. Se já houve uma hora em que os homens deveriam considerar seu relacionamento pessoal com Jesus Cristo, este momento é hoje. Deus está dizendo a esta geração: Preparem-se para a vinda do Senhor.”

Nosso mundo atual está bem preparado para o começo do último ato profético que levará ao Armagedom.

Lembre-se de que apesar do cenário estar montado e continuar pronto para o acontecimento dos eventos da tribulação, não há nada que precise acontecer antes do arrebatamento da Igreja. Apesar do arrebatamento não ter sinais e poder acontecer a qualquer momento, os vários eventos da tribulação devem acontecer antes que a segunda vinda de Cristo ao planeta Terra possa ocorrer. Quando examinamos os eventos mundiais e a história recente, vemos muitas indicações de que as coisas estão chegando a uma conclusão.

A cortina ainda não se abriu para o último ato do drama divino para a era atual. As luzes do teatro estão baixas, mas ainda assim podemos perceber movimentos atrás da cortina. Deus está colocando o cenário no seu lugar e deixando que os atores tomem as suas posições no palco mundial. Quando tudo estiver pronto, Deus permitirá a abertura da cortina.

Ao avaliarmos eventos mundiais contemporâneos, queremos entender que papel eles podem ter na montagem do cenário para os eventos profetizados na Bíblia. Ao mesmo tempo devemos lembrar que, enquanto o mundo continua a mudar, só Deus conhece o futuro. Devemos avaliar eventos atuais à luz da Bíblia, e não ao contrário. Precisamos conhecer e compreender as profecias da Bíblia para discernir melhor o papel dos atuais eventos mundiais.

Entender os eventos mundiais e as profecias bíblicas corretamente significa equilibrar a tensão entre os dois em nossas vidas diárias.

Cada um de nós planeja sua vida como se ainda fosse viver muitos anos. Temos responsabilidades com nossas famílias, com nossos filhos e netos, e com outras pessoas à nossa volta. Mas também devemos viver como se Jesus viesse a qualquer momento. É difícil para os descrentes entender a abordagem equilibrada que devemos ter do futuro. Nós crentes não tememos o futuro porque acreditamos que Deus o controla. Mas ao mesmo tempo, não o vemos com otimismo desenfreado.

Temos responsabilidades com nossas famílias, com nossos filhos e netos, e com outras pessoas à nossa volta. Mas também devemos viver como se Jesus viesse a qualquer momento.

Talvez a maneira mais simples é lembrar o slogan que dizemos à nossa sociedade sobre abuso de drogas: “Simplesmente diga não!” As palavras de Jesus são claras; marcar datas não é parte do estudo da profecia. A melhor maneira de evitarmos isso em nossos estudos é através de um método de interpretação gramatical, histórica e contextual coerente, conhecido como interpretação literal. Já que o texto das Escrituras proíbe marcar datas, e sabemos que não há significados ocultos a serem descobertos através de uma abordagem interpretativa esotérica, concluímos que à medida em que estudarmos as Escrituras não encontraremos uma abordagem que nos leve a marcar datas.

Devemos sempre observar os eventos atuais (e todos os aspectos das nossas vidas) através das lentes das Escrituras. A Bíblia interpreta as notícias; as notícias não interpretam a Bíblia. A volta de Jesus Cristo é nossa esperança – não a hora da Sua volta. Não devemos ser como a criança numa viagem de carro que fica perguntando a seu pai a toda hora, “Está perto, pai?” Ou, “Falta muito?” Como o pai dirigindo o carro, sabemos que estamos nos aproximando, mas não podemos dizer com certeza quão perto estamos.

Qual é a esperança para o futuro? Como a profecia afeta minha vida diária?






As profecias encontradas na Bíblia nos foram dadas para nos ajudar em nossa vida espiritual enquanto aguardamos diariamente a vinda de Cristo (2 Timóteo 3.16,17).

Deus deu a profecia para mudar nossos corações, não para encher nossas mentes de conhecimento. Deus não predisse eventos futuros só para satisfazer nossa curiosidade sobre o futuro. Toda vez que anuncia eventos que ainda são futuros, Ele inclui com Suas previsões aplicações práticas para a vida. As palavras de Deus sobre o futuro contêm conselhos específicos para o “aqui, e o agora.”[1]

A profecia é importante. Entre os benefícios de estudá-la estão: louvor a Deus (Romanos 11.36), encorajamento (1 Tessalonicenses 4.18; 5.9), estabilidade (2 Tessalonicenses 2.1-3,15), e santidade (2 Pedro 3.11,12,14,17).[2]
Como posso manter o equilíbrio quando estudo a profecia bíblica?
Observamos que uma interpretação gramatical, histórica e contextual consistente é necessária para entender a Bíblia corretamente.[3] E enquanto interpreta a Escritura, você deve aplicá-la em oração à sua vida. Não devemos ver a profecia com cinismo ou confusão. Ela vai acontecer e Deus usa a verdade profética para muitos propósitos. Nossa responsabilidade é entendê-la corretamente e estar prontos para deixar que Ele a use em nossas vidas. Devemos ter consciência dos benefícios e das limitações dos estudos proféticos.

Atualmente há um evidente e generalizado cinismo sobre a profecia bíblica. É comum ouvir pessoas dizerem de várias maneiras que não acham que a profecia bíblica seja importante. Isso geralmente leva a negligenciar quase 25 porcento da Palavra de Deus que afeta a maneira de ver a Bíblia como um todo.

Um motivo pelo qual muitos desprezam a profecia é em reação aos que marcam datas. Estes “fanáticos em profecia” prejudicam o nome de Cristo porque levam outras pessoas a evitar ao máximo os marcadores de datas. Isto produz constantes advertências contra o estudo da profecia bíblica – quando a reação correta deveria ser advertir contra a marcação de datas.

Outra razão para uma interpretação desequilibrada da profecia é vista na tendência de alguns profissionais de nível acadêmico de não levarem passagens proféticas da Bíblia tão a sério quanto seus colegas leigos. O Dr. Paul Boyer nos ajuda a entender isso quando observa:

Até ao Iluminismo, a profecia bíblica era levada a sério em todo o mundo cristão, em todos os níveis sociais e educacionais, por causa das indicações que dava sobre o plano divino de Deus. Mas à medida em que o ceticismo e o racionalismo conquistaram espaço no século dezoito, as posições acadêmicas e populares destes textos foram divergindo gradualmente. No nível popular, principalmente na América, os textos apocalípticos continuaram os mesmos: uma fonte vital de doutrina, afirmação, e previsão. Os crentes comuns continuaram a estudar suas páginas e esperar ansiosamente os eventos previstos ali.

Hoje muitas conclusões são baseadas num tipo de predição que está evoluindo sob regras derivadas do método científico... O conceito medieval de profecia pressupunha uma providência divina realizando sua vontade na história... Apesar de se formarem maneiras diferentes de ver o futuro no século dezesseis, elas eram compatíveis com as antigas doutrinas nas mentes de governantes, clérigos, e estudiosos. Só com relutância, no século dezessete, a profecia foi considerada ultrapassada como uma perspectiva em relação ao futuro...

Mas hoje a profecia deixou de ser importante exceto na periferia da civilização moderna... Talvez possamos dizer que somente quando homens inteligentes e estudados deixaram de levar a profecia a sério é que a Idade Média realmente terminou. O que desejo demonstrar é que essa mudança está ligada a uma modificação de toda a nossa atitude em relação à história e à nossa própria participação nela.

A maneira de mantermos o equilíbrio no estudo da profecia bíblica é tratar toda a Bíblia de maneira coerente. A profecia bíblica não deveria ser estudada nem mais nem menos que outros assuntos bíblicos.

A esperança para o crente continua sendo a volta do Senhor Jesus Cristo para os Seus no arrebatamento. Tito 2.13 admoesta os crentes a aguardar “a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus.” Neste ínterim, devemos ser fiéis a Ele, proclamar o evangelho da salvação a todos que ouvirem, e “fazer o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (Gálatas 6.10). Não somos pessimistas quanto ao futuro, mas somos realistas. Temos certeza de que, sejam quais forem as manchetes de amanhã, nossa esperança e nosso destino estão em Cristo Jesus, o Vencedor Final.